Um projeto permanente de coleta de Céus – Participe!
O projeto Cidades In(di)visíveis está se tornando permanente.
Achamos que coletar céus – as Paisagens Indivisíveis das Cidades – é algo extremamente poético, um exercício artístico para quem grava e um acervo sutil e muito simbólico para nossos projetos.
O primeiro filme do projeto será editado neste ano, mas entendemos que há muito potencial ainda a ser explorado.
Cidades Indivisíveis – Conceitos da obra
O objetivo de “Cidades in(di)visíveis” é criar um dispositivo audiovisual imersivo que reflita a questão das cidades na contemporaneidade. O trabalho aborda as questões da territorialidade, do espaço coletivo e da experiência sonora nas cidades contemporâneas.
O universo das cidades – leitmotiv de criação
As cidades e seu modelo em colapso são o palco da experiência coletiva da contemporaneidade. Pensá-la artisticamente, como propõe “Cidade in(di)visível”, é refletir possibilidades de entendê-la como uma obra em aberto, como um palco coletivo de encontros e impasses. Em “Cidades In(di)visíveis” a cidade é entendida como uma criação contínua e um sistema complexo de desejos e territorialidades que são apresentadas por meio de sons e imagens. É uma expansão da pesquisa do projeto Multigraphias.
Imersão Visual – uma experiência desterritorializada
O céu é um elemento agregador que aproxima todas as experiências urbanas. Ele é único elemento comum à paisagem de qualquer cidade. E, ao mesmo tempo, subtrai as especificidades das cidades nas quais as imagens foram capturadas.
A paisagem “celeste” é uma paisagem sem territórios, sem divisas sociais, geográficas ou políticas. A projeção imersiva do céu que abstrai o contexto da cidade atua como contraponto às situações sonoras de “Cidades In(di)visíveis”.
Deriva Sonora – uma poética espacial
O ritmo da cidade e as infinitas camadas de relações que nela se estabelecem estarão presentes na obra por meio dos sons. Será possível experimentar diferentes experiências sonoras em que ora emerge um elemento, ora outro, em uma série infinita de possibilidades sonoras. A cidade invisível aos olhos se formará na experiência imersiva sonora de cada visitante. Assim, em Cidades in(di)visíveis o geral e específico se encontram: ao céu, elemento da paisagem que une todas experiências urbanas, se acrescerá camadas de sons capturados nas cidades que sugerem os contextos específicos em que foram capturados.
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Neide Ventre Relva disse:
Adorei essa idéia. Nada mais há de comum do que o nosso céu. Ele é igual em qq parte do planeta porque não há como o homem modificá-lo.
jkscatena disse:
Oi Neide,
Obrigado pelo seu comentário. Ficarei muito feliz caso recebe a sua colaboração celeste. Que tal nos mostrar o céu da SUA cidade?
Abraços,
Jaime
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